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15 de dez. de 2012

I Mostra de Linguagens Infantis de Feira de Santana

O Projeto Paralapracá encerra o ano de 2012 com chave de ouro com a I Mostra de Linguagens Infantis de Feira de Santana, realizada no Museu de Artes Contemporânea, alem de diferentes apresentações com danças,e coreografias e, em especial a contação de histórias pelas próprias crianças, tendo como centro a cultura feirense. Contamos com a presença do secretario municipal de educação, Jose Raimundo; Mônica Samia, Coordenadora do Projeto; Fabíola Margeritha Bastos e Rita Margareth Santos, Assessoras do Projeto; Cíntia Falcão Brito e Darlene Miranda, Supervisoras do Projeto. Contamos tambem com a palestra do Pinduka: o brincar e a cultura proferida pelo Prof. José Rêgo, no Centro Cultural Maestro Miro. A abertura do trabalho foi no dia 10 de dezembro, e a exposição e apresentações foram no decorrer da semana, quando as obras de arte dos alunos estiveram expostas a toda a comunidade feirense. Vejam aqui um pouco do que foi registrado por nossa escola.
Abertura no Museu 






Acima estão algumas das pinturas dos alunos 

Veja agora algumas fotos do encontro no Centro Cultural Maestro Miro.
O secretário Jose Raimundo, Mônica Samia, Coordenadora do Projeto; Rita Margareth Santos e Fabíola Margeritha Bastos. 

 Palestra do Pinduka: o brincar e a cultura

 Apresentação de alunos

 Diferentes materiais artísticos regionais e fotos de coordenadoras que passaram pelo projeto na cidade

 Diferentes materiais artísticos regionais e fotos de coordenadoras que passaram pelo projeto na cidade

 Mônica Samia,Fabíola Margeritha Bastos, Rita Margareth Santos e outros convidados

Representantes da Escola Doce Lar da Criança e outros convidados

Agora vejam as crianças da Escola Doce Lar da Criança e sua participação no encerramento.

Contando histórias para o grupo, no Museu.

Professora Marcia e alunos


Professoras Clévia, Marcia e alunos.



Passeio e palestra no Museu.

20 de ago. de 2012

Projeto Paralapracá - Reunião Nº 19 - Agosto de 2012


 logo vermelha
"Bons professores eletrizam seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar". Revista VEJA - Edição 2116


Data 18.08.2012                                                                                        


1-      Acolhida – Oração
2-    Mensagem: A história da lagarta.
3-    Questões/reflexões.
a-      De que forma podemos organizar o espaço e os materiais para incentivar a leitura e o desejo de ouvir historias?
b-      Cenários literários são apenas compostos por livros?
c-       Quais os outros materiais necessários para compor esse ambiente?
4-    Estudo de texto: A Arte de Contar Histórias - Espaços de Encantamento e o Desenvolvimento de Pessoas
5-    Discussão.
a-      Que outras formas de contato com o livro alem da leitura podem ser oferecidos às crianças?
b-      Como deve ser o espaço ideal para a contação de histórias?
c-       Que materiais podem ser usados para compor os cenários das histórias?
6-    Avaliação acerca do estudo “Assim se Conta”, realizado na nossa escola.
a-      O que está de acordo com o que foi estudado?
b-      O que precisa ser revisto?
7-          Avaliação do encontro.
8-          Agradecimentos.

16 de jul. de 2012

Projeto Paralapracá - Reunião Nº 18 - julho de 2012


                                                                             logo vermelha   




"Bons professores eletrizam seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar". Revista VEJA - Edição 2116


 Data 13.07.2012        

1-      Acolhida – Oração
2-    Mensagem: Avance sempre!
3-    Questão reflexiva.
a-      Você prioriza os momentos para leitura e contação de história na sua sala de aula?
4-    Revisão do vídeo Assim se conta.
5-    Discussão sobre o vídeo.
6-    Estudo de texto: Quem de nós nunca ouviu um “conta outra vez”? do caderno Assim se conta.
7-    Reflexão.
a-    Como estamos trabalhando a contação de história em nossa escola?
b-   Temos usado os fantoches, chapéus e tecidos para enriquecer o contar histórias?
c-    O que precisa ser mudado na nossa forma de trabalho contando histórias?
8-    Avaliação do encontro.
9-    Agradecimentos.

18 de jun. de 2012

Projeto Paralapracá - Reunião Nº 17 - junho de 2012


logo roxa
"Bons professores eletrizam seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar". Revista VEJA - Edição 2116

Data 16.06.2012                                                                                        
  
1-      Acolhida – Oração
2-    Mensagem: Nunca pare de sonhar
3-    Dinâmica: Descrição das historias que marcaram a infância década um.
4-    Questões/reflexões.
a-      Que sensação lhes veio à mente ao relembrar as histórias aqui contadas? Alegrias, tristezas, sorrisos, saudade excitação, ansiedade?
b-      Quanto às crianças, o que vocês acham que sentem quando ouvem ou lêem histórias?
c-       Quando lemos as historias para as crianças, elas estão apenas ouvindo as histórias?
d-      Como os livros para as crianças?
5-    Apresentação do vídeo Assim se conta.
6-    Discussão.
a-      Que tipos de textos o vídeo traz?
b-      Quanto aos espaços onde as histórias foram contadas no vídeo, como eles são?
c-       Há algo novo no vídeo para vocês?
d-      Os especialistas defendem de alguma forma entre o ler e o contar histórias?
e-      Quanto à  historia de Feira, ela  é trabalhada em algum tipo de literatura?
7-    Estudo de texto: Tem um monstro no meio da história
8-    Apresentação de diferentes livros de historias infantis expostos na mesa:
- escolha de um deles, apreciação, foliação, observação de detalhes e leitura individual;
- apresentação e leitura do livro escolhido por cada um dos participantes;
9-    Avaliação acerca da leitura feita pelo colega.
a-      O que está de acordo com o que foi estudado?
b-      O que precisa ser revisto?
10-       Avaliação do encontro.
11-         Agradecimentos.

15 de mai. de 2012

Projeto Paralapracá - Reunião Nº 16 - Maio de 2012



“Na educação infantil, a organização do espaço e a dinâmica que for gerada da relação entre os seus diversos componentes irão definir o cenário das aprendizagens.”
Miguel Zabalza


Data 12.05.2012


1-      Acolhida – Oração
2-    Dinâmica: As diferentes formas de olhar.
3-    Mensagem: Organização
4-  Observação de fotos das salas de aula, antes e depois de pequenas mudanças na organização do ambiente.
a-      Como está organizado o ambiente de  cada foto?
b-      Que diferenças podem ser observadas no uso do espaço pelas crianças e professora?
c-       Que materiais estão expostos para as crianças manipularem e construírem novos objetos?
d-      Estes espaços podem ser considerados espaços educativos?
e-      O espaço escolar, no geral, favorece a interação entre crianças de diferentes faixas etárias?
5-    Estudo de texto: Versatilidade do espaço.
6-   Apresentação de comentários sobre os textos estudados pelo grupo: A organização do ambiente de Maria Carnen Silveira Barbosa
6-    Depois de feito estudo do texto, bem como a análise das fotos do ambiente escolar é chegada a hora de tomar algumas decisões:
a-    Que ambientes podem ser mantidos e/ou serem criados?
b-   De que maneira as crianças podem contribuir para a organização do ambiente?
c-    O que pode ser feito para torná-los seguros, acolhedores e desafiadores para as crianças?
d-   Quais elementos do ambiente escolar que estão favorecendo a autonomia e estimulando a curiosidade das crianças?
7-          Avaliação do encontro.
8-          Agradecimentos.

Projeto Paralapracá - Reunião Nº 15 - Maio de 2012



“Na educação infantil, a organização do espaço e a dinâmica que for gerada da relação entre os seus diversos componentes irão definir o cenário das aprendizagens.”
Miguel Zabalza


Data 11.05.2012


1-      Acolhida – Oração
2-    Estudo de texto: O espaço de cada grupo: a sala.
·      Lugares de encontro;
·      Lugares de ação individual ou em pequenos grupos;
·      Lugares amplos para moverem-se;
·      Locais de grupo;
·      Lugares para dormir ou para descansar;
·      Lugares para limpar-se ou trocar-se;
·      Lugares de ação individual.
3-  Reflexão: Que espaços estão sendo oferecidos às crianças de nossa escola?
4-    Avaliação do encontro.
5-   Agradecimentos.

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